Filed under: livre associação
Ler um livro de física é muito mais fácil do que viver. Quando a gente vive, a ciência fica muito mais complexa.
O bater de asas de uma borboleta mudando a vida de alguém sabe-se lá aonde, o buraco negro simboliando a morte de uma estrela. Mas será que é só isso mesmo? Que uma estrela morre e se forma o nada? Pode alguma coisa tão fascinante simplesmente sumir? São explosões de plasma com pressão e até aí tudo bem. E força gravitacional que gerou tudo isso? E o que une tanta matéria a ponto de ela explodir? Uma centelha de vida, ou seria de morte?
Buscamos a centelha buscando na verdade a nós mesmos. Tentando encontrar onde foi que a vida convergiu pra esse ponto. Onde foi que fomos atraídos por essa força, juntar tanta matéria a ponto de tudo explodir. Às vezes a gente faz um esforço danado pra separar esse plasma, evitar a combustão, que nem nos damos conta de que somos só buraco negro.
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[...] continua igual. exceto meu corte de cabelo e a chegada ao quinto semestre, continuo sendo… estrela morta. vestindo a mesma camisola que vestia ano passado, ainda penso nas mesmas pessoas, e peso os mesmos [...]
Pingback by the good times, baby « na coqueteleira August 3, 2008 @ 11:55 pm